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24 Setembro 2009
Para muitos, devera parecer uma proposta de extrema esquerda ou parecido mas não é.
Porque vivemos numa sociedade democrática, as ordens deveriam ter um poder menos importante.
Uma ordem, na sua base visa:
- representar e defender os interesses dos seus membros
- defender os interesses de uma profissão
- regular o exercício de uma profissão
- decidir quem tem direito de se apelidar de "engenheiro", "medico", ...
- sancionar os membros que não respeitem as regras
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Temos ordens para
continuar a ler a propostaPara muitos, devera parecer uma proposta de extrema esquerda ou parecido mas não é.
Porque vivemos numa sociedade democrática, as ordens deveriam ter um poder menos importante.
Uma ordem, na sua base visa:
- representar e defender os interesses dos seus membros
- defender os interesses de uma profissão
- regular o exercício de uma profissão
- decidir quem tem direito de se apelidar de "engenheiro", "medico", ...
- sancionar os membros que não respeitem as regras
- ...
Temos ordens para tudo e mais alguma coisa:
- médicos
- advogados
- enfermeiros
- engenheiros
- economistas
- ...
As ordens deveriam na sua maioria ser apenas uma organização representativa dos seus membros.
O estado (MNE), deveria decidir quais os cursos que dão acesso a uma determinada profissão (não deveriam existir cursos de engenharia que não dão acesso ao titulo de engenheiro por exemplo).
A justiça é que deve sancionar o não cumprimento das leis.
ver actualização de dia 26 de Setembro de 2009, às 11h49
actualização de dia 26 de Setembro de 2009, às 11h49:
A questão pode-se resumir em:
- as diversas ordens profissionais existentes defendem o interesse publico ou o dos seus membros?
- as diversas ordens existentes servem para quê neste momento?
- as diversas ordens existentes são pertinentes?
As ordens que não servem o interesse publico ou que deixaram de ser pertinentes, deveriam ter um papel de "sindicato" no sentido lato, i.e. uma associação que defende os interesses dos seus membros.
Ou seja, as ordens, na maior parte dos casos, são sindicatos encapotados para pessoas que nunca seriam sindicalizadas, e não são elas que devem certificar os cursos ou os alunos, mas sim o estado através do Min. da Educação.
As ordens tomaram poderes excessivos dentro da sociedade sobrepondo-se ao estado e isso deve terminar. Que seja um orgão representativo, de divulgação de boas práticas, de apoio aos seus membros, de funções sociais. Não outra coisa.